Preparando para iniciar um novo ciclo anual, a comunidade Politécica está trabalhando na atualização da Missão e dos programas de ações prioritários da AEP.
Nos dias 28 de novembro e 17 de dezembro, com a presença de aproximadamente 40 convidados, foi realizado um trabalho de reflexão e debates com o intuito de estabelecer as diretrizes estratégicas. Um dos resultados deste trabalho foi a proposta de uma nova missão para a Associação, que aqui está sendo apresentada para ser avaliada e debatidas por toda comunidade Politécnica.
“Atuar como agente transformador da engenharia brasileira em conjunto com a EPUSP, em sua missão de formação de líderes cidadãos, promovendo sua aproximação com os setores produtivo e social, desenvolvendo inovações tecnológicas compatíveis com as demandas do mercado global e as necessidades da sociedade.”
Outro resultado foi o estabelecimento de quatro principais Programas de Ação Prioritários e as respectivas equipes de trabalho. Para saber mais sobre estes programas, acesse aqui.
No dia 14 de janeiro de 2010, o Conselho da AEP se reunirá para uma definição final quanto à declaração de Missão e aos programas de ação. Caso você tenha alguma sugestão, esteja à vontade para entrar em contato conosto pelo email aep@politecnicos.org.br.
Durante o mês de janeiro, as equipes se reunirão para elaborar uma proposta de trabalho, com respectivas previsões de recursos, investimentos e prazos. Esta definição de diretrizes estratégicas possibilita que entremos em 2010 com um direcionamento e visão que dão foco e despertam motivação.
Está aberto o convite para a participação de interessados em colaborar. Escolha uma maneira que você possa contribuir para valorização da marca “Politécnica-USP”.
Elementos chave da Missão
Estes foram os elementos chaves avaliados na proposta da nova missão da AEP.
“Atuar como agente transformador da engenharia brasileira em conjunto com a EPUSP, em sua missão de formação de líderes cidadãos, promovendo sua aproximação com os setores produtivo e social, desenvolvendo inovações tecnológicas compatíveis com as demandas do mercado global e as necessidades da sociedade.”
A Engenharia brasileira, tendo como referência principalmente a China, India e Coréia, ocupa uma posição muito tímida dentro de uma sociedade que tem uma grande oportunidade de desenvolvimento. Essa valorização da Engenharia necessita de agentes de transformação, líderes e empreendedores, com grande espírito de cidadania.
A Poli (dirigentes, professores, pesquisadores e alunos) precisa estar sintonizada com as rápidas mudanças tecnológicas e procurar ocupar espaços estratégicos e buscar ser competitivo no que escolher. A irreversível globalização, que é basicamente tecnológica, trouxe novos desafios. As disciplinas e laboratórios precisam acompanhar as mudanças.
Para que essas condições sejam alcançadas é imprescindível que a Poli se aproxime do setor produtivo de ponta e busque estabelecer parcerias de interesse mútuo, tanto para a sociedade quanto para as organizações.
Outro desafio inadiável é o da sustentabilidade (econômica, sócio-cultural e ambiental) e a engenharia gera e sofre impacto nessas dimensões. Enquanto cidadão, o engenheiro precisa ter a consciência dessa responsabilidade cidadã.