Associação dos Engenheiros Politécnicos
Tel. (11) 3091-5554 / (11) 3032-7719 - aep@politecnicos.org.br
 
Você está em: NOTÍCIAS 8 de Setembro de 2010 - 06:13
 


Notícias AEP
Eventos e Palestras
Notícias Poli
Lazer e Diversão
Mundo da Engenharia
 
 
 
Programas de Ação AEP 2010

 Publicado em: 23/12/2009.

A comuniade Politécica está trabalhando na atualização da Missão e dos programas de ações prioritários da AEP. Nos dias 28 de novembro e 17 de dezembro, com a presença de aproximadamente 40 convidados, foi realizado um trabalho de reflexão e debates com o intuito de estabelecer as diretrizes estratégicas.
 
Um dos resultados deste trabalho foi a proposta de quatro principais programas de ação, que aqui está sendo detalhada para ser avaliação e sugestões de toda comunidade Politécnica. E você é nosso convidado para contribuir no desenvolvimento destes projetos e participar da equipe de coordenação dos mesmos.

1. Ampliar a base de relacionamento AEP-EPUSP-Sociedade

Ampliar, aproximar e intensificar os relacionamentos da EPUSP com a sociedade e entre as unidades da EPUSP: empresas líderes, ex-alunos em destaque; autoridades ligadas à Engenharia; organizações não-governamentais, etc. Este conjunto de ações visa aproximar a comunidade politécnica das empresas com liderança tecnológica, estabelecer parcerias para gerar desenvolvimento da Engenharia brasileira, motivar os alunos ao tomar contato com a realidade, aumentar a empregabilidade dos formados e, enriquecer a rede de relacionamento dentro da comunidade.

Equipe responsável: Sidnei Martini, Plinio Assmann, Sokan K. Young , Kamal Mattar, Inês Piffer, Elaine Vieira


2. Criar um Núcleo de apoio à graduação e espaço (oficina central) para projetos dos alunos – apoio aos professores e alunos para melhoria da formação técnica.

  • Criação do “Núcleo do Apoio aos Cursos de Graduação da POLI”, que ofereça apoio aos alunos de graduação e professores da Escola Politécnica. Esta seria uma tarefa inicialmente sob responsabilidade dos voluntários: Thiago, Oswaldo Nakao e Marcelo Pereira. Posteriormente seriam convidados outros alunos, professores, funcionários e associados indicados pelo Conselho da AEP.

  • Criação de um espaço para projetos dos alunos; assim como um ponto de integração com outros grupos. O professor Marcelo Alves se prontificou voluntariamente a dar início à concretização da idéia, convidando outros professores, alunos da graduação para desenvolverem conjuntamente um projeto especificando quais seriam as necessidades básicas. Foi proposto que se criasse um concurso com alunos da FAU para um projeto arquitetônico do espaço, nos moldes que o Grêmio fez – assim, se conseguirá bons projetos com custo acessível. Com um bom projeto em mãos, o passo seguinte é fazer o lançamento e, a partir daí, trazer apoio e patrocínio, incluindo os atuais patrocinadores do Baja e Keep Flying. Também é necessário estabelecer o que este espaço irá abrigar. Em princípio terá 500 metros quadrados, com oficina, sala de reuniões, espaço para o desenvolvimento como os da equipe BAJA e KEEP FLYING e projetos que envolvem a POLI CIDADÃ e outras entidades sociais envolvendo politécnicos. [Foi lembrado (Prof. Arantes) que a Marinha tem um espaço com laboratórios – Centro Tecnológico da Marinha – que não está sendo usado; verificar a possibilidade de utilizar provisoriamente este espaço.

  • Criação de uma secretaria de apoio aos professores; com isso, pode ser oferecida ajuda aos mestres em suas atividades da graduação, tal como: o preparo de apostilas, material gráfico, aspectos burocráticos de laboratórios (às vezes, o professor precisa que alunos se envolvam com certos dispositivos, por exemplo); tudo isso seria responsabilidade do “Núcleo do Apoio aos Cursos de Graduação da POLI”  (item um desta).

    Todas essas ações estariam sob responsabilidade do “Núcleo do Apoio aos Cursos de Graduação da POLI” – além de envolver alunos voluntários, em especial os bolsistas da AEP. Por consequência, deverá aumentar a adesão de politécnicos graduados, pois estarão envolvidos.
Equipe responsável: Nicola Pacileo, Marcelo Pereira Pinto, OsvaldoNakao, J. Augusto Muller, Marisa Luppi


3. Ampliar projetos atuais existentes na AEP para complementação da formação dos engenheiros: apoio e incentivo ao desenvolvimento de competências pessoais e profissionais; formação humanística e cidadania na POLI

A pesquisa de opinião pela internet e em pequenos grupos, a fim de identificar os temas efetivamente de interesse em formação humanística.

Não se trata de criar disciplinas, mas sim de estabelecer um diálogo com os professores, para aplicações transversais. Buscar parceria com o grupo de ensino da Poli.
Organização de palestras, cursos e workshop; promoção de treinamento em gestão de projetos, MBAe, empreendedorismo, noções de negócios, cursos que possam completar a formação (soft skills), tanto de professores, quanto dos alunos.

Reforçar a divulgação e alcance da aplicação do Programa Mapcom (web e presencial) e Mentoring da AEP, para dar atendimento aos alunos e ex-alunos.

Reforçar a divulgação do programa Rede de Cooperação e Cidadania Politécnica e Engenharia Comunitária para professores e alunos, propiciando a participação em projetos sociais, o que contribui para a formação da Cidadania.

Equipe responsável: Reinaldo Yonamine, Renato Chencinski, J. Augusto Muller, Maria Silvia Moreira, Inês Piffer, Elaine Vieira


4. Criar e operacionalizar um centro de integração/ convivência para a POLI

Projetar, buscar recursos e construir um espaço no campus que promova a integração e convivência da comunidade politécnica. Espaço para realização de eventos como Febrace, Workshop integrativo, eventos artísticos, palestras técnicas e culturais, etc.

1) Obter apoio da diretoria da POLI – grupo representativo solicita que a diretoria assuma o projeto. A seguir, estabelecer comissão que estudará o projeto. [não irá realizá-lo, apenas levantar demandas]
Deverá ser projeto auto-sustentável – construir essa rede e obter o apoio da POLI. No mínimo, todos os envolvidos têm que “falar bem da idéia” e não deixar que os demais “falem mal dela”. Recursos financeiros existem, basta buscá-los. Recentemente o governador repassou R$ 200.000.000 para a USP! É possível ainda a busca de patrocínio e AEP, como OSCIP, teria acesso mais facilitado a ele.

2) Responsáveis pelo projeto: comissão formada para conseguir a aprovação da POLI e a diretoria da escola. Após aprovação passaria a ser uma comissão executiva. É necessário tem um programa profissional de gestão da obra para atender à burocracia da instituição.

3) Roteiro de encaminhamento:
  • Aguardar a eleição do reitor e a indicação do diretor da POLI;
  • Estabelecer requisitos para elaborar o pré-projeto – pode ser criado um concurso com prêmio para criá-lo (é vantagem da USP, pois este é um espaço diferenciado para um arquiteto que queira fazer currículo;
  • Com o pré-projeto elaborado, buscar a aprovação da COESP, que daria a carta de responsabilidade para a construção;
  • Finalmente, fazer o manual de operação e transferir a gestão para a AEP.
    Custo estimado: Cerca de R$ 6.000.000,00.
Equipe responsável: Marcelo Zuffo, Sokan K. Young, Antonio Mariani, Kamal Mattar, Roseli Lopes



Leia também



Mapa do Site - Comunidade Orkut - VídeosAEP YouTube - Álbum de Fotos

Associação dos Engenheiros Politécnicos - 2010 - Todos os Direitos Reservados - Desenvolvido por Redesign